sábado, 11 de junho de 2011
Música do fim de semana: Ana Cañas
domingo, 5 de junho de 2011
Música do Fim de Semana: Gal Costa
sábado, 28 de maio de 2011
Música do fim de semana: Fernando Mendes
Quando era criança, em Junqueiro, ouvíamos muito músicas em nossa radiola, que ficava em nossa sala de janta. Roberto Carlos, The Fevers, ABBA e tantos outros que faziam sucesso em nosso mundo. Havia um deles, Fernando Mendes, que gostava muito. Uma das músicas que ouvia na infância, não sei uma emoção pela história que contava, era "Cadeira de Rodas" ou "Você não me ensinou a te esquecer". A letra, a melodia, a tristeza da canção, gerava na minha cabecinha infantil uma sincera emoção.
Engraçado como o romantismo brega incomoda a alguns. Preferem as letras densas de certas músicas do Axé Music (tome-se o "reboletion" como exemplo) do que uma desbragada música de amor, com as suas letras simples e histórias sofridas.Como hoje me veio muito a minha infância em Junqueiro (AL), as praças em que corria e jogava bola, o Grupo Escolar Pe. Aurélio Góes, não poderia deixar de relembrar, então, as músicas da minha infância, ouvindo com vocês Fernando Mendes.
sábado, 9 de abril de 2011
Música do fim de semana: Luan Santana
domingo, 3 de abril de 2011
Música do fim de semana: Ana Carolina e Chiara Civello
As músicas, como a poesia, devem também embalar a alma, o coração, expressando sentimentos, fazendo sonhar, saindo de si mesmo para o mundo lúdico do amor, das paixões, dos sonhos ou daqueles sentimentos demolidores como a saudade, a melancolia, o querer... Tem músicas que fazem o coração doer pelo objeto amado. A música, por vezes, aproxima a mulher amada quando há qualquer distância, faz com que o coração palpite nas batidas da canção o seu nome.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Música do fim de semana: Amor Perfeito
Não há como amar sem paixão. Não há como amar sem o querer estar junto, o encurtar as eventuais distâncias. Não há como amar sem que os segundos sejam a eternidade na distância e a miséria temporal no estar juntos. Não há como amar sem que os gostos, os cheiros, o suor, a pele, sejam desejados com sofreguidão; sem que homem e mulher se encontrem na confusão de corpos, alma e coração.
Mas esse amor de carne e osso, esse amor de alma inteira, esse amor absolutamente puro com todas as suas impurezas essenciais, que lhe qualificam e lhe imprimem a marca da sua humanidade encarnada e da sua plenitude divina, é amor que se compreende na maturidade do diálogo, na entrega da confiança, na partilha de vidas, sonhos e desejos. É, enfim, o amor perfeito que tem coragem de se dar e de lutar a cada dia pela sua realização integral.
A música do fim de semana é cantada por Roberto Carlos: "Amor Perfeito!"