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sábado, 9 de abril de 2011

Haikai (III)

As palavras haviam de mim todas fugido.

Busquei-as, debalde, em meio à angustiante tempestade.

E as orações ficaram todas sem sentido.

Haikai (II)

A saudade maltrata e desatina o amor,

que esquecido em um canto lúgubre e perdido,

apenas busca de todos esconder a sua dor.


Haikai (I)

Nunca morre o amor.

Morrem os seus sonhos,

Assim, como o sol a se por.